Pronta-entrega em pisos em granito
Presente no mercado de rochas ornamentais desde 1990, a Cajugram acaba de inaugurar seu showroom em Brasília, a Cajugram Pisos
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Cetemag aperfeiçoa cada vez mais
seus cursos
Este ano, já foram capacitados mais de 600 profissionais. Até o final do ano, serão oferecidos mais nove cursos.
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Engenheiro de Brasília é o novo presidente
da Codesa
Entre os principais desafios para o novo dirigente estão as obras de drenagem do Porto de Vitória e a implantação do porto de águas profundas.
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Dicas sobre o uso
da granalha
Em seu site, a Sinto apresenta vários artigos sobre o uso ideal da granalha nas operações de corte e jateamento.
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Portaria nº 400
Já está em vigor a Portaria nª 400, de 30/09/08, publicada no DOU de 01/10/08, do Diretor Geral do DNPM.
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Comitiva do setor de rochas
conhece obras do Porto do Açu
Uma comitiva formada por de 20 empresas e entidades capixabas visitou as instalações do Porto do Açu no dia 12 de novembro, para conhecer o local e ver o andamento das obras, previstas para serem concluídas no início de 2011. O terminal está sendo construído no município de São João da Barra, no norte fluminense, contando com investimentos de mais de 1,6 bilhão pela empresa LLX Logística.
O setor de rochas será um dos grandes beneficiados com o novo empreendimento, já que além de movimentar cargas, o terminal também vai dispor de área para implantação de unidades de beneficiamento e uma área de 35 mil metros quadrados, capaz de estocar 162 mil toneladas de rochas ornamentais. A meta é exportar 1,5 milhão de tonelada do produto, por ano.
O grupo, formado por 29 convidados e organizado pelo Centrorochas, foi recebido pelo gerente comercial da LLX, Ronaldo Zani.
“O resultado foi muito positivo. Os empresários puderam ver que o porto está acontecendo, que entrará em operação em 2011 e que o setor de rochas será fundamental para nós, como essa opção de embarque será para eles”, destacou.
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Mais de 200 licenças emitidas e não retiradas em Cachoeiro
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Cachoeiro de Itapemirim informa que existem no seu arquivo de registro 218 Licenças Ambientais emitidas ainda não foram procuradas pelo requerente, o que implica em sanções administrativas, como o arquivamento desses processos e, até mesmo, impedimento do funcionamento dessas empresas.
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Valério Raimundo, o Corpo de Auditores Fiscais de Meio Ambiente começou neste mês de novembro a visitar esses empreendedores e fiscalizar as atividades passíveis de licenciamento para orientação quanto à necessidade de regulamentação ambiental.
O objetivo da ação, explica o secretário, não é multar, mas orientar os responsáveis pelas atividades poluidoras quanto às suas responsabilidades ambientais básicas. E, ainda, frisar a importância da regulamentação, pois o Licenciamento Ambiental credencia o empreendedor a desenvolver suas atividades com controle dos impactos ambientais, além de ser creditado legalmente junto às Instituições Financeiras e Mercados que exigem produtos e serviços ambientalmente corretos.
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